Quem é de verdade, conhece quem é de mentira.
Palavras de um drogado, mas sensato.
Mesmo assim, esses dois perfis ainda seriam capazes de se chamarem de amigos, irmãos, parceiros...
É a banalização da palavra. Quando um não precisar do outro, AMBOS tornam-se descartáveis. Perde menos aquele que mentiu mais e perde mais aquele que achava ter o melhor amigo.
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